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Áreas de intervenção

Não é preciso estar em crise para procurar ajuda.

A maioria das pessoas chega aqui por um motivo mais simples: alguma coisa deixou de encaixar e já não passa sozinha. Estas são as situações que acompanho com mais frequência.

Ansiedade e ataques de pânico

Quando o corpo entra em alerta antes de a cabeça perceber porquê, e o medo do próximo ataque passa a mandar no dia.

Depressão

Quando o que costumava dar prazer deixou de dar e o dia custa a começar. Cansaço sem causa, isolamento, sensação de vazio.

Stress e burnout

Trabalho a mais, sono a menos e a sensação de estar sempre a dever qualquer coisa. Irritabilidade, dificuldade em desligar.

Autoestima e desenvolvimento pessoal

A voz interior que exige tudo e não reconhece nada, e a vontade de crescer para lá dela.

Trauma psicológico

Experiências que ficaram por digerir e continuam a disparar no presente, muito depois de terem acontecido.

Luto e perdas

Perder alguém, uma relação, uma saúde, ou até uma versão de si próprio. Lutos recentes e lutos antigos que nunca fecharam.

Perturbações da personalidade

Padrões rígidos de sentir e de reagir que se repetem há anos e desgastam as relações e a própria pessoa.

Dificuldades nos relacionamentos

Conflitos que voltam sempre ao mesmo sítio: em casa, na família, nas amizades, no trabalho.

Terapia de casal

Voltar a conseguir falar sobre o assunto que já não se consegue falar. Os dois presentes, sem árbitro nem culpados.

Parentalidade e orientação parental

Dúvidas, culpas e desafios de educar, com apoio concreto para o dia-a-dia da família.

Crianças e adolescentes

Medos, birras, escola, ecrãs, mudanças de humor. Quando a família precisa de ajuda para entender o que se passa.

Crescimento pessoal e autoconhecimento

Não é preciso um problema para vir: às vezes procura-se apenas espaço para pensar a própria vida.

Não encontra aqui o que o traz? Escreva na mesma. A primeira conversa serve exatamente para perceber se este é o sítio certo e, se não for, para o encaminhar para quem o possa ajudar melhor.

A quem me dirijo

Crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias.

Crianças e adolescentes

Acompanhamento próprio para cada idade, sempre em articulação próxima com a família.

Adultos

Ansiedade, depressão, burnout, trauma, autoestima e as transições que a vida vai trazendo.

Casais

Quando o diálogo dá lugar ao silêncio ou à discussão constante: reconstruir a confiança, voltar a comunicar, tomar decisões a dois, ou terminar com respeito.

Famílias

Orientação parental e trabalho com o sistema familiar, quando o problema não é só de um.

Comece por uma conversa de quinze minutos.

Ao telefone, sem custo e sem compromisso. Serve para tirar dúvidas e perceber se faz sentido avançarmos.

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