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Como decorre

Do primeiro e-mail à última sessão.

Saber o que vai acontecer tira metade do peso ao primeiro passo. Cada consulta dura entre hora e meia e duas horas: tempo para um acompanhamento profundo, sem pressa.

01

Primeiro contacto

Escreve ou telefona. Falamos quinze minutos, sem custo, para perceber o que procura e se faz sentido avançarmos. Se não for o sítio certo, digo-lhe e encaminho-o.

02

Sessões de avaliação

Uma ou duas sessões para conhecer a sua história, o momento em que está e o que quer que mude. No fim, proponho um plano concreto e uma estimativa de duração.

03

Acompanhamento

Consultas de hora e meia, em regra semanais no início. De poucas em poucas semanas revemos juntos o que está a resultar e o que precisa de ser ajustado.

04

Espaçamento e alta

À medida que as coisas assentam, as sessões passam a quinzenais e depois mensais. O fim de um acompanhamento também se prepara, e a porta fica aberta.

A primeira sessão

O que acontece na primeira consulta.

Não há testes nem formulários intermináveis. Há uma conversa. Vou querer perceber o que o trouxe cá, há quanto tempo dura, o que já tentou e o que espera que mude.

Vai poder fazer as perguntas que quiser: sobre o método, sobre o sigilo, sobre mim. É legítimo querer saber a quem se está a confiar uma coisa importante.

No fim, digo-lhe honestamente se acho que posso ajudar. Se achar que não, encaminho-o.

Canto do consultório com lareira e vela acesa

O consultório

Um espaço feito para se sentir em casa.

Não é um gabinete frio. É uma sala com sofá fundo, manta, poltrona, uma lareira acesa no inverno e uma vela sempre à mão. Foi montada ao pormenor para que o corpo descontraia primeiro e a conversa venha a seguir, ao seu ritmo.

Chega, senta-se onde quiser, e o tempo é seu. Sem salas de espera cheias, sem pressa, sem formalidade a mais.

Ambiente calmo e privado Sessões sem interrupções Chá ou água à chegada
Sala do consultório: sofá e poltrona em tons claros
«Respire fundo. A confusão faz parte do crescimento.»
Da parede do consultório

Antes de vir

Três dúvidas que aparecem sempre.

Tenho de saber explicar o que sinto?

Não. Muita gente chega sem conseguir nomear o que se passa, e essa é precisamente uma parte do trabalho.

Vou ter de falar do passado?

Só na medida em que ajude a perceber o presente. Não se escava por escavar.

E se chorar?

Acontece com frequência e não tem nada de errado. Há lenços na sala e ninguém tem pressa.

Comece por uma conversa de quinze minutos.

Ao telefone, sem custo e sem compromisso. Serve para tirar dúvidas e perceber se faz sentido avançarmos.

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